Termos técnicos explicados em linguagem simples.
Enchimento mineral aplicado sobre a fibra em alguns modelos, para dar peso, estabilidade e ajudar a fibra a manter-se direita.
O suporte de base onde as fibras são tufadas — normalmente polipropileno ou látex, com perfurações que permitem à água escoar.
Unidade que mede o peso de 10.000 metros de fio: quanto maior o dtex, mais grosso e resistente é o filamento.
Número de pontos de fibra por metro quadrado. Junto com o dtex e a altura, determina o aspeto e a resistência ao uso do relvado.
Filamento em forma de rede fina, que se abre depois de tufado — dá volume à base do relvado, mas isoladamente é menos resistente que o monofilamento.
Distância entre as agulhas de tufagem, medida em polegadas. Um gauge menor tufa mais linhas de fibra por metro, aumentando a densidade.
Enchimento de borracha (SBR ou EPDM) usado sobretudo em relva desportiva, para absorver impacto e dar estabilidade ao piso.
Filamento único, mais espesso e resistente do que o fibrilado — é o que dá o aspeto mais natural aos modelos atuais de relva sintética.
Soma do peso da fibra com o peso do backing e do látex de fixação, por metro quadrado — indicador direto da robustez do produto.
Quantidade de água que o relvado deixa passar por minuto e por metro quadrado — determina se escoa bem em caso de chuva forte.
Camada de material compactado (tout-venant, brita ou pó de pedra) preparada sob a relva sintética, responsável pela estabilidade e pelo escoamento de água.
Material britado de granulometria variada, usado como primeira camada da sub-base por compactar bem e formar uma superfície firme.