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Espaços Exteriores·Relva Sintética e Relva Natural
Espaços Exteriores · Serviço

Relva Sintética e Relva Natural

Instalamos relva sintética para jardins, quintais e terraços, e trabalhamos também com relva natural — da preparação do solo à recuperação de relvados degradados.

Instalação de relva sintética em jardim residencial
O que inclui

Relva sintética para jardins e terraços

Verde durante todo o ano, sem rega e sem corte, em qualquer tipo de espaço.

Aplicação de relva natural

Para quem prefere o relvado tradicional, em semeadura ou em tapete, com correção do solo.

Preparação e correção do solo

Base bem preparada garante um resultado uniforme e duradouro.

Recuperação de relvados degradados

Recuperamos áreas com relva natural ou sintética já desgastada.

Para quem é
MoradiasCondomíniosEmpresasEspaços Comerciais

A escolha entre relva sintética e relva natural resume-se a duas contas: o custo inicial e o custo anual. A relva sintética instalada custa 45 € a 90 € por m² e depois quase nada; um relvado natural instalado custa 15 € a 30 € por m² e acrescenta 500 € a 1.500 € por ano em corte, adubação e tratamentos, mais a água. Instalamos as duas, e a resposta honesta depende do espaço.

A comparação em números

CritérioRelva sintéticaRelvado natural
Custo inicial instalado45 € – 90 € / m²15 € – 30 € / m²
Custo anual (jardim médio)Próximo de zero: escovagem e lavagem500 € – 1.500 € em corte, adubação e tratamentos
ÁguaApenas para limpeza ocasionalCerca de 4 litros por m² por dia no verão
Tempo do proprietárioMinutos por mêsCorte semanal na primavera
Verde todo o anoSim, com ou sem solDepende da rega, da exposição e da estação
Zonas de passagemAguenta; a fibra recupera com escovagemAbre calvas e compacta o solo
Sombra densaIndiferenteRaramente se mantém fechado
Ao sol do meio-diaAquece maisMantém-se fresco
Vida útil10 a 20 anosIndefinida, com renovação periódica de calvas

Num relvado natural de 100 m², aqueles 4 litros por m² e por dia somam mais de 70 m³ numa época de rega. Como a água é cobrada por escalões progressivos — em Cascais o mais alto custa, em 2026, cerca de quatro vezes o primeiro — o relvado empurra o consumo de toda a casa para cima. A análise completa está em relva sintética vs relva natural.

Quando o relvado natural continua a ser a melhor escolha

  • Áreas muito grandes, onde o custo inicial da relva sintética pesa mais do que anos de manutenção — a partir de algumas centenas de metros quadrados a conta muda de sentido.
  • Quem gosta de jardinar. Um relvado natural é uma atividade, não só uma superfície, e isso não se substitui.
  • Zonas de sol pleno com rega já instalada e água disponível, onde o custo marginal de manter o relvado é baixo.
  • Conforto térmico em espaços onde se está descalço ao meio-dia, em pleno verão.
  • Coexistência com árvores maduras, hortas e pomares, onde o solo tem de continuar vivo e permeável à raiz.

Quando a relva sintética ganha sem discussão

Há situações em que o relvado natural nunca fecha, e insistir é gastar duas vezes: sombra densa debaixo de árvores ou entre edifícios, corredores laterais sem sol direto, terraços e varandas sobre laje, zonas de passagem diária, jardins com cães, espaços sem ponto de água e casas de férias onde ninguém rega durante semanas. Em condomínios, acresce um motivo prático: a manutenção deixa de depender da regularidade de terceiros.

Como é a instalação de relva sintética

  1. Remoção do relvado, da vegetação e do material solto existente, e escavação até à cota de trabalho.
  2. Execução da sub-base em tout-venant e pó de pedra, compactada e com caimento definido para escoar a água.
  3. Aplicação de geotêxtil para travar o crescimento de ervas por baixo.
  4. Assentamento dos rolos e período de repouso para a fibra e o backing estabilizarem.
  5. Corte, ajuste de emendas e colagem das juntas com banda e cola de poliuretano.
  6. Fixação perimetral e acabamento junto a muros, lancis, caixas e canteiros.
  7. Aplicação de areia de sílica quando o modelo a pede, e escovagem final para levantar a fibra.

O material custa entre 5 € e 24 € por m², em alturas dos 18 mm decorativos aos 50 mm de aspeto mais natural, distribuídas por quatro gamas: Start, Prime, Deluxe e Exclusive. As fichas técnicas com densidade, dtex e peso de fibra estão em produtos, e o critério da altura em que altura de relva escolher.

Como é a instalação de relva natural

A sequência é diferente porque o objetivo é um solo vivo, não uma base inerte: despedrega e fresagem, correção do solo com matéria orgânica e corretivos, nivelamento fino e, depois, semeadura ou tapete. A semeadura é mais económica e exige quatro a oito semanas de rega cuidada antes do primeiro corte; o tapete de relva fecha o relvado no próprio dia, com o material a custar cerca de 4 € a 6 € por m².

Em ambos os casos a rega não é opcional: um relvado semeado em maio sem sistema instalado não sobrevive ao primeiro mês de verão em Lisboa. A rega automática entra no mesmo orçamento e é instalada antes da sementeira. A recuperação de relvados degradados segue a mesma lógica: arejamento, escarificação, ressemeadura das calvas e correção do que causou a degradação — normalmente sombra, água a menos ou compactação.

O relvado plantado à sombra paga-se duas vezes

O pedido que mais dinheiro faz perder é semear relvado natural numa zona que recebe menos de quatro a cinco horas de sol direto. O relvado nasce, parece bem ao fim de um mês, e ao fim de duas estações está ralo, com musgo e com terra à vista. Paga-se a instalação e paga-se outra vez a substituição. Nestes casos a decisão é relva sintética ou uma cobertura de solo adaptada à sombra, e dizemos isso na visita técnica mesmo quando já nos pediram relvado natural.

A resposta mais frequente: as duas no mesmo jardim

Na prática, a maior parte dos jardins que entregamos não escolhe um lado. Relva sintética nos corredores de passagem, nas zonas de sombra e junto à piscina; relvado natural na área central de sol, com rega dimensionada só para essa zona. Fica com o conforto térmico onde importa e elimina a manutenção onde ela nunca compensava. Essa divisão define-se no projeto, na construção e remodelação de jardins. A parte natural passa depois a ter manutenção regular; a sintética só precisa de escovagem e lavagem periódica.

Veja e pise as amostras antes de decidir

Levamos amostras de relva artificial à visita técnica, para as comparar no seu espaço e com a sua luz. Fale connosco pelo WhatsApp ou peça um orçamento com a área aproximada do jardim.

Perguntas frequentes

Dúvidas frequentes sobre este serviço

Qual sai mais barata ao fim de dez anos?

Quase sempre a relva sintética. O custo inicial é mais alto — 45 € a 90 € por m² instalada, contra 15 € a 30 € por m² de relvado natural — mas o relvado natural acrescenta 500 € a 1.500 € por ano em corte, adubação e tratamentos, mais a água. Num jardim médio, o ponto de equilíbrio chega normalmente entre o terceiro e o oitavo ano.

A relva sintética fica muito quente no verão?

Ao sol direto do meio-dia aquece mais do que um relvado natural, isso é verdade e não vale esconder. Resolve-se com sombreamento, com fibras de tom mais claro ou com uma passagem de água antes de usar o espaço descalço. Em zonas de sombra e à noite a diferença desaparece.

Posso instalar relva sintética por cima do relvado natural?

Não recomendamos. A matéria orgânica que fica por baixo decompõe-se, abate de forma irregular e cria ondulações e maus odores no espaço de poucos meses. O relvado existente é removido e a base é refeita com material inerte compactado.

A relva sintética serve para cães?

Sim, e é uma das razões mais frequentes para mudar. Não fica lama, não abre calvas nas zonas de passagem e a urina atravessa a superfície se a drenagem estiver bem executada. Exige uma lavagem periódica das zonas usadas pelos animais.

Instalam relva natural em semeadura ou em tapete?

Fazemos as duas. A semeadura é mais económica mas exige quatro a oito semanas de rega cuidada antes de se poder pisar o relvado. O tapete de relva, ou relva em rolo, fecha o relvado no próprio dia e custa mais em material.

Quanto dura a relva sintética?

Entre 10 e 20 anos, consoante o modelo, a intensidade de uso e a qualidade da base. A fibra e o tratamento anti-UV são o que separa um modelo que se mantém dez anos de um que desbota ao segundo verão.

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